
Nascido no Rio de Janeiro no dia 4 de Janeiro de 1980, porém morando em Petrópolis (RJ) desde os primeiros meses de idade, Mariano San Roman iniciou sua trajetória musical aos 6 anos, quando seus pais trouxeram para casa um antigo piano. Curioso e empolgado, sentou-se no velho banco, seus pés flutuando sobre o chão, e imediatamente começou a tocar temas de seus desenhos animados preferidos! Quando sua mãe o perguntou se gostaria de fazer aulas, a resposta só poderia ser uma. Após 14 anos estudando piano clássico na Escola de Música Santa Cecília sob a orientação da Professora Marisa Costa, se despediu da escola com um recital solo incluindo peças de Chopin, Beethoven, DeBussy, Ernesto Nazareth e do compositor grego Yanni, entre suas próprias composições para piano. Aos 18 anos teve seu primeiro contato com o baixo elétrico, o que o apresentou a um novo universo musical e social. Autodidata, teve participação em diversas bandas, além de gravar e acompanhar nomes importantes de Petrópolis e do Rio de Janeiro. Até hoje segue atuando como baixista no cenário musical petropolitano. Começou a conhecer seus talentos para composição aos 21 anos onde, numa festa com amigos, “acidentalmente” esboçou os primeiros versos de sua primeira composição no violão, Little Sister. O “pequeno sucesso” da música o pegou de surpresa, levando-o a um contato maior com o instrumento e consequentemente a novas composições. Após alguns anos dedicando-se e desenvolvendo-se em temas como prática de estúdio e canto, além de colecionar algumas composições, finalmente lança, de forma independente, seu primeiro disco intitulado Magical Fingers, um retrato de sua vivência prática e musical. Em meados de 2007 é convidado a integrar a linha de frente dos lançamentos do novo selo da gravadora SOM LIVRE, chamado SOM LIVRE APRESENTA, que tem a proposta de oxigenar o cenário musical através de artistas novos. Em Outubro do mesmo ano faz sua primeira aparição oficial no cenário musical nacional com Little Sister na novela global MALHAÇÃO e na trilha sonora internacional da mesma. Em Novembro, o álbum MAGICAL FINGERS é relançado pelo selo em todo o Brasil.
Fonte: http://www.myspace.com/marianosanroman
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Mariano San Roman
Postado por Tata às 14:59 0 comentários
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Michael Jackson

Isso não é uma Recomendação...mais sim uma homenagem ao Rei do Pop Mundial...que faleceu, nos deixando com coração triste! Descansa em paz Michael...
Talvez não haja na história do showbizz mundial um caso de ascensão e queda tão grande quanto o que ocorre com a carreira de Michael Jackson há alguns anos. De "Rei do Pop", o cantor passou a ser considerado personalidade excêntrica, artista de temperamento inconstante e, recentemente, um fracasso de vendas. Isso sem mencionar os escândalos envolvendo Jackson e os menores que passavam temporadas em sua propriedade, o rancho Neverland.
Muitos especialistas em celebridades e até mesmo fãs descontentes com as excentricidades do cantor procuram respostas para explicar o que move Jackson atualmente. As constantes plásticas que alteraram profundamente as linhas de seu rosto, o endividamento de sua fortuna, gasta com frivolidades e caprichos e a queda na qualidade musical de seus trabalhos recentes são apenas uma parte da derrocada do astro. Para alguns, tudo isso tem raízes na infância pobre de Michael e na figura autoritária de seu pai. Mas a pergunta ainda persiste: qual é a razão para a estrela de Jackson cair tão vertiginosamente, já que talento não lhe falta?
A infância 
Joe Jackson era pai de nove crianças: Jackie, Tito, Marlon, Jermaine, Maureen, La Toya, Janet, Randy e Michael - uma família grande e pobre. Joseph trabalhava como operário e nas horas vagas tentava carreira musical em vários grupos, sem sucesso. No entanto, não demorou para ele notar a aptidão dos filhos para a música. Quando Michael tinha 5 anos, passou a integrar, junto com Jackie, Tito, Marlon, Jermaine o grupo Jackson's Five. O quinteto demorou alguns anos para conseguir espaço no meio musical, o que só aconteceu no final da década de 60, quando Barry Gordy, dono da gravadora Motown (especializada em divulgar artistas negros norte-americanos como Diana Ross, The Supremes, The Temptations e Stevie Wonder), deu espaço para a banda. Nessa epoca estoura o primeiro sucesso dos Jackson's Five, a canção "I want you back", de 1969. Aos 13 anos, os Jackson já colecionavam outros hits - "Got To Be There", Rockin Robin" e "Ben".
Michael se destacava dos irmãos facilmente. Era o mais afinado e tinha um talento natural para dançar. Mesmo sendo o caçula do grupo, era ele o líder dos Jackson's. Por este motivo, um ano depois, o cantor decidiu começar carreira-solo, paralelamente aos trabalhos com os irmãos. Começava aí a tentativa de Michael em fugir do controle exagerado do pai, que impedia os garotos de terem uma infância normal, pressionando e exigindo total dedicação à carreira artística. Acredita-se também que Joe batia nos filhos ou lhes impunha castigos exagerados.
A carreira-solo só começa a decolar em 1979, quando o cantor já havia conseguido derrubar a imagem de menino-prodígio que o acompanhara até a adolescência e, sustentando um estilo próprio, coloca o álbum Off The Wall (produzido por Quincy Jones) nas paradas de sucesso. A faixa-título, "Rock With You" e a canção "Don´t Stop 'Till You Get Enough" foram as principais responsáveis pela ascensão do disco. O álbum vendeu 11 milhões de cópias.
Thriller - O álbum do século
A parceria Michael Jackson e Quincy Jones mostrou toda sua potência musical em Thriller. Nem as previsões mais otimistas poderiam imaginar quase 50 milhões de cópias vendidas do álbum, 8 prêmios Grammy, 7 American Music Award, 37 semanas na primeira posição dos discos mais vendidos nos Estados Unidos e incareditáveis 2 anos tocando nas rádios seguidamente.
Jackson inovou em muitos aspectos o mundo da música com Thriller. O primeiro deles inclui a questão do clipe musical. A faixa-título ganhou apresentação em vídeo que tinha efeitos especiais, coreografia e seguia um roteiro. O clipe de "Thriller" ficou marcado na história como o precursor do gênero e ajudou a aumentar o espaço de artistas negros na MTV - canal que dava seus primeiros passos.
Outra característica marcante de Thriller foi a mistura ousada de ritmos como o rock, pop e rhythm and blues. Apesar de coeso, o álbum traz faixas com personalidade própria, capazes de se tornarem hits facilmente. Nomes importantes também participaram da feitura do CD; na canção "The Girl Is Mine", por exemplo, Jackson cantou em dueto com Paul MacCartney. Em "Beat In", os riffs e o solo eletrizante de guitarra são obra de Eddie Van Halen.
A década de 80 
Os anos 80 foram férteis para Michael Jackson mostrar todo seu talento. Em 1985 ele era o principal nome da campanha mundial contra a fome na Etiópia, comandada por cantores e atores americanos. O projeto USA for Africa contou com a participação de Lionel Ritchie, Steve Wonder, Bruce Springsteen, Tina Turner, Cindy Lauper, Billie Joel, só para citar alguns nomes. O single "We Are The World" tinha co-autoria de Jackson e foi sucesso total de vendas.
O status de celebridade internacional conquistado por Michael colocou-o no na mira dos holofotes também fora dos palcos. Foi nesta época que a vida pessoal do cantor começou a ser notícia. Chamava atenção principalmente suas mudanças no rosto, fruto de plásticas realizadas no nariz e na área dos olhos, e o clareamento de sua pele. Boatos de que Jackson vivia em uma espécie de câmara hiperbárica ou de que fazia tratamento para ficar "branco" ocupavam a mídia. Foi nesse momento de sua carreira que Jackson começou a aprofundar seu comportamento excêntrico, isolando-se do mundo no recém-comprado rancho Neverland.
Em 1987 o cantor lança novo trabalho - é a vez do álbum Bad, que vendeu mais de 25 milhões de cópias. Acompanhado de vários videoclipes para promover as músicas, o disco foi bem-recebido pelos fãs (quer a esta altura já eram uma legião). Novos hits se seguiram, com as faixas "I Just Can't Stop Loving You", "Bad", "The Way You Make me Feel","Man In The Mirror" e "Dirty Diana". As batidas eram urbanas e misturavam guitarras elétricas com um jazz-funk suave. Nas letras, surgiam os primeiros desabafos do cantor com relação à exposição decorrente de seu sucesso. O livro autobiográfico Moonwalker, lançado no mesmo ano, procurou aplacar a curiosidade da imprensa e do público com relação à vida do astro, mas o resultado não foi o esperado.
Black or white? 
Michael Jackson entra nos anos 90 em meio a muita polêmica quando o assunto era a sua vida pessoal. Muitas plásticas depois, seu rosto já não lembrava mais a descendência negra; a pele estava alvíssima e as esquistices do astro ultrapassavam a barreira da excentricidade saudável.
Em 1991 ele lança outro álbum - Dangerous, levado para as paradas de sucesso pelo hit "Black or White", uma resposta direta ao que se comentava ou escrevia sobre o clareamento de sua pele. Jackson tentou esclarecer a curisidade do público revelando que era portador de uma doença - o vitiligo - e por conta do tratamento, sua pele estava perdendo a cor negra.
"Dangerous" foi o projeto que maior injeção de marketing por parte da gravadora de Jackson. Não se repetiu o efeito "Thriller", mas a faixa título converteu-se no single de mais rápida ascensão no ranking da revista Billboard. Seu vídeoclipe foi o mais caro da carreira do astro. Ao todo, "Dangerous" vendeu 21 milhões de cópias.
O ano de 1993 marca o primeiro caso de pedofilia envolvendo Jackson. Um processo judicial acusava o cantor de ter abusado sexualmente de Jordan Chandler, um garoto de 13 anos de idade. Os advogados de defesa do cantor propõem um acordo de 20 milhões de dólares com a família e o caso é arquivado. No entanto, o episódio mancha a imagem do astro de forma irrecuperável.
No mesmo ano, ele dá uma entrevista para o programa da apresentadora Oprah Winfrey, revelando particularidades de sua vida pessoal, como o casos do vitiligo. No ano seguinte, Michael se casa com a filha de Elvis Presley - Lisa Marie, de 26 anos. A união de dois dos maiores "genes" musicais de todos os tempos se torna um acontecimento mundial. A fortuna de um possível herdeiro do casal ultrapassaria os 100 milhões de dólares.
Lisa Marie Presley aparece ao lado do marido em público e também parficipa de um videoclipe com Jackson, no qual os dois aparecem em cenas sensuais. A boataria em torno da união, no entanto, afirma que o casamento era uma "conveniência" e não passaria de um golpe publicitário para promover a carreira dos artistas. Verdade ou mentira, fato é que dois anos depois, o casal se divorciou.
Em 1995, Jackson lança mais um álbum, History, um CD duplo em comemoração a sua carreira. Antigos sucessos e canções mais recentes se misturam e o primeiro single do disco - 'Scream' - é cantado em dueto com a irmã, Janet Jackson. History vendeu 15 milhões de cópias no mundo todo.
Jackson é pai 
Em 1996 os fãs são pegos de surpresa pelo segundo casamento do astro pop. Deborah Rove, de 37 anos, enfermeira da dermatologista do cantor é a escolhida em uma união que gerou dois filhos: Prince Michael Jr. (nascido em 1997) e Paris Michael Katherine (nascida no ano seguinte). Como era de se esperar, a relação dos dois não dura e, em 1999, Michael Jackson obtém a guarda dos filhos na Justiça.
A esta altura, Michael já está envolvido em inúmeros escândalos sobre sua possível relação com os garotos que frequentavam Neverland à convite do cantor. Sua imagem pública piora também por causa das atitudes esquisitas flagradas por câmeras. Os filhos do cantor vivem isolados do mundo e quando aparecem em público usam máscaras para cobrir o rosto.
O terceiro herdeiro de Jackson nasce em 2001. Prince Michael II não é fruto de nenhum envolvimento amoroso do cantor; a mãe da criança é desconhecida. O bebê ficou famoso por ser literalmente "chacoalhado" pelo pai, já janela de um hotel em Berlim, diante da imprensa que esperava por um aceno de Jackson.
Em franca decadência
Em 2001, Invisible é lançado no mercado. O projeto é considerado um fiasco se comparado aos seus antecessores - vendeu 2,1 milhões de cópias. Sem hits de grande impacto e com a imagem profundamente arranhada diante do público, Jackson vê sua carreira entrar em franca decadência. Isolado em Neverland, o astro pop continua a ser alvo de processos sobre pedofilia, mantém as atitudes extravagantes e se isola dos fãs que restaram.
Bombardeado pela mídia, Jackson concede uma entrevista ao jornalista inglês Martin Bashir, em 2003. As declarações fazem parte do documentário Living with Michael Jackson, exibido pelo canal ITV. Ao invés de melhorar sua situação perante a opinião pública, o cantor acaba se condenando ainda mais ao declarar que não há mal nenhum em dormir na mesma cama que uma criança. Jackson confessa que costuma dormir ao lado de seus convidados em Neverland; ao seu lado durante a declaração (e quase toda a entrevista), está um menino de 13 anos.
O programa causa uma polêmica maior do que o esperado, por causa do conteúdo dito por Jackson. No mesmo ano, ele é alvo de uma investigação policial que revista Neverland em busca de provas que comprovassem o perfil pedófilo do astro. Em 20 de novembro de 2003, Jackson é algemado e preso em uma delegacia de Santa Bárbara por uma hora. Libertado sob fiança, recebe a notícia de que, desta vez, as acusações irão levá-lo ao tribunal.
Abuso sexual de menores e outras nove acusações pesavam contra ele na Justiça americana. O processo movido por um garoto de 13 anos começa em 31 de janeiro de 2005. Michael Jackson alega inocência do primeiro ao último dia de julgamento. Se condenado, poderia passar 20 anos na cadeia. No entanto, quase cinco meses depois, em 13 de junho, os jurados responsáveis por dar o veredicto do caso decretam que o cantor é inocente de todas as acusações.
Os flashes e câmeras de TV que quase transformaram o julgamento em um show transmitem a comportada comemoração pela vitória feita pelo astro do lado de fora do trubunal, cercado por uma multidão de fãs. Se a liberdade de Michael Jackson saiu ilesa de mais um escândalo, o mesmo não se pode dizer de sua carreira. O trono de "Rei do Pop" está vago novamente.
Disso Resumiu a História de um Astro do POP...que atualmente estamos descobrindo coisas que o inocentam...e que ele tinha a inocência de uma criança por ter problemas psicologicos...Saudade do Astro!
Postado por Tata às 09:32 0 comentários
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Volta...
Peço mil desculpas...pelo tempo ausente sem postar nada no blog...mais agora com a minha vida toda reogarnizada, volto a postar tranquilo e feliz!
Postado por Tata às 08:49 0 comentários
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Henry Ayres

Alguns sonhos se tornam realidade e quem disse que nós não podemos ser exatamente aquilo que nós sonhamos. Há 8 anos atrás ele frequentava os karaokês da cidade junto com seu pai (que também sonhava ser cantor) e admirava cada música de forma tão distante, mas foi justamente aquela distância que o fez enxergar que antes da conquista, vem a luta. Em 2004 montou sua primeira banda através de um fórum de bandas na internet. 
Ela se chamava High Five, foi através dela que ele teve seu primeiro contato com a voz encarada com profissionalismo, mesmo que da forma mais amadora possível.… porque como amador, ele amava cada música que cantava e a defendia como a sua verdade. Entre suas formações, nasceu a banda Acesso Remoto que proporcionou muitos aprendizados e a oportunidade de compor sua primeira música entitulada “Quem Vai”. Hoje trabalha na banda Evolution do grupo Samy’s Band e continua compondo… e muitas novidades chegam junto com o novo ano. Pra conhecer a banda, entrem no http://www.bandaevolution.com.br .
Dia 10 de março de 2009, foi lançado seu primeiro CD solo, entitulado “Porta Aberta”…
Baixe o CD do Henry, no site oficial: www.henryayres.com
Postado por Tata às 10:35 0 comentários
sexta-feira, 8 de maio de 2009
2ois

Formada pelo músico Leonardo Ramos e pela cantora General Sih, a irreverente dupla 2ois começou sua trajetória de uma maneira bem peculiar.
O encontro desses jovens talentosos e a criação do projeto tiveram como precursor o programa “Astros”, do SBT, do qual foram vencedores da edição de setembro de 2008.
Classificado pela dupla como “acústico experimental”, o projeto traz Leo Ramos como cantor, compositor, produtor e arranjador nas guitarras, violões e programações, ao lado da cantora e compositora General Sih.
A irreverente 2ois consegue aliar às composições bem trabalhadas um conceito que traz nas letras e melodias o registro de situações do cotidiano dos seres humanos, de uma maneira engraçada, e por vezes até irônica (como em “odeio esperar/ minha vez chegar” ou em “nasci no dia errado/ no táxi errado/ que eu não paguei”).
Além do estilo totalmente próprio, que mistura em suas originais canções muita alegria, tristeza, e situações bem curiosas. Tudo com muito humor, e sempre levado de maneira impecável aos palcos.
Por isso, 2ois tem provado a cada dia que este conceito sonoro inovador é capaz de agradar a todos os tipos de público. Aprecie também e embarque nessa nova fase da música brasileira! 
Fonte: www.myspace.com/2ois
Postado por Tata às 06:53 0 comentários
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Tom Bloch

Tom Bloch não é uma pessoa. Tom Bloch é uma banda formada em Porto Alegre - sul do Brasil - na virada de 99 para 2000. O personagem Tom Bloch saiu de um conto de um ex-integrante da banda, Gustavo Mini Bittencourt, para dar nome ao grupo. Buscando fazer música contemporânea, poprock fora dos padrões, Tom Bloch tem dois discos gravados (três, se contarmos Demo Deluxe, o EP de estréia), vários clips. Hoje, Tom Bloch é Pedro Verissimo nos vocais e Iuri Freiberger na bateria e programações.
O pop rock recheado de influências eletrônicas de Pedro Verissimo, vocalista e principal compositor, e Iuri Freiberger, produtor e baterista, quase enxerga o homem de cara de bloco que é símbolo da banda. O som de Tom Bloch é urbano, pop denso, feito pra preencher a paisagem pesada da cidade. 
Fonte: www.myspace.com/tombloch
Postado por Tata às 07:06 0 comentários
segunda-feira, 27 de abril de 2009

Formada em 1999, a banda VOLTZ faz jus ao nome tanto no gênero musical ? um rock energético, com guitarras distorcidas, bateria e baixo pulsante ? quanto na trajetória. Vencedora do concurso ?Dá Um Gás na Sua Banda?, uma parceria da Som Livre com o Guaraná Antarctica, em 2007, a Voltz comemorou o resultado no palco do GUARANÁ ANTÁRTICA STREET FESTIVAL 2007 (GAS), em setembro do mesmo ano, arrebatando o jovem público presente. A vitória, entre cerca de 2.000 concorrentes, garantiu à banda a gravação do seu segundo CD ? o primeiro pelo selo Som Livre Apresenta ? com tiragem inicial de 10 mil exemplares.
Formada por Glauber Ribat (voz e guitarra), Fernando Bozo (baixo e voz) e Pablo Maranho (bateria e voz), a banda apresenta canções diretas e acessíveis, com influências variadas que passeiam pelo hard rock, o pop e o grunge. Com origem em São José dos Campos, São Paulo, o VOLTZ credita as conquistas atuais à experiência adquirida em seus nove anos de estrada e diversos shows pelo Brasil. 
Fonte: http://www.slap.mus.br/?11296/artista/Voltz
Postado por Tata às 06:49 0 comentários
terça-feira, 7 de abril de 2009
Produtores criticam proposta de mudanças na Lei Rouanet
Ministério da Cultura quer avaliar previamente as obras inscritas.
Mudanças incluem também novas faixas de isenção fiscal.
A proposta do Governo Federal para alterar a Lei Rouanet vem recebendo duras críticas no meio cultural. A preocupação é que a mudança represente uma ameaça ao direito autoral – e que haja interferência do Estado na escolha das obras que vão receber incentivo.
É uma discussão que ainda vai longe. No debate organizado pelo jornal “Folha de S. Paulo”, as divergências ficaram evidentes entre o meio artístico e o ministro da Cultura Juca Ferreira. O governo quer mudar vários itens da lei Rouanet que, há 18 anos, regula os incentivos fiscais para investimentos em cultura.
Principais mudanças
Hoje não há avaliação subjetiva dos projetos beneficiados com isenção fiscal. Só contam aspectos técnicos, como orçamento e prazo. Já a nova lei prevê que comissões formadas por governo e sociedade avaliarão também o mérito artístico da obra.
A Lei Rouanet prevê hoje duas faixas de isenção fiscal fixas. As empresas que investem em música, por exemplo, podem abater 30% do imposto devido. Já quem investe em teatro pode abater 100%. Na nova lei, serão seis faixas de isenção. E o enquadramento em cada uma delas será decidido por comissões formadas por governo e sociedade.
A lei atual não prevê quebra de direito autoral em favor do governo. Pela proposta do Ministério da Cultura, o após um período de 18 meses ou três anos o governo ganhará direito de uso gratuito sobre essas obras para fins educacionais.
Segundo o ministro da Cultura Juca Ferreira essas mudanças na Lei Rouanet são necessárias para que a distribuição dos incentivos fiscais chegue a todas as regiões do país. Ele diz que hoje, 80 % das verbas captadas ficam nas regiões sul e sudeste e concentrada nas mãos de 3% dos produtores artísticos.
Polêmica
Para o consultor de cultura João Leiva Filho, a concentração existe, mas não do tamanho que o governo apresenta: “A concentração existe, mas ela não pode ser analisada nos termos que o governo está colocando. Por que? O governo está misturando na mesma cesta a edição de um livro e o restauro de um prédio históricocoisas que são bastante diferentes e envolvem valores bastante diferentes”.
O presidente da Associação dos Produtores de Teatro Independentes de São Paulo diz que um dos pontos que mais preocupam na proposta é que ele chama de “quebra dos direitos autorais”: “Já existem até pareceres jurídicos contrários a isso, é inconstitucional. Isso é inconcebível. Sou completamente contrário, eu acho que é uma afronta ao Estado de Direito”.
Para o ministro Juca Ferreira, quem investe tem que ter algum direito sobre a obra: “Se o governo investe 100%, pega dinheiro público e financia uma obra em 100%, algum direito de uso público terá que produzir esse tipo de parceria, esse tipo de produção, esse tipo de investimento de dinheiro público. Isso é óbvio. Isso acontece no mundo inteiro”.
Outra preocupação dos críticos é o poder que o governo terá para escolher que obras merecem investimento. “Ela (a lei) demonstra, através dos caminhos que ela aponta, que o governo através do Ministério da Cultura quer ter poder de decisão pra onde vão as verbas da cultura. Isso, a meu ver é dirigismo cultura. O mercado, os produtores culturais do país é que têm que definir suas estratégias”, diz Odilon.
O ministro discorda: “O projeto vai na direção contrária. Não há intenção nossa do Ministério da Cultura aumentar o controle do Estado sobre a cultura”.
Fonte : G1
Postado por Tata às 11:37 0 comentários
quarta-feira, 11 de março de 2009
O Teatro Mágico - 2º Ato

Depois de quatro anos de trabalho, mais de 85 mil Cds vendidos, destaque nos principais veículos de comunicação da Internet, a trupe do Teatro Mágico se prepara para lançar seu próximo álbum; O Segundo Ato. “Longe da crítica, perto do público”, assim relata o jornal “Folha de São Paulo”, elegendo, através de seus leitores, a cia. musical e circense como o melhor show da atualidade no Brasil. É desta forma, a partir da grande participação do público em sites de relacionamentos como orkut, youtube e outras mídias da rede, que se inicia o processo de “viralizar sem pagá jabá”.
A trupe criada por Fernando Anitelli, se propõe nesta segunda etapa a entrar mais a fundo nos dabates que cercam a sociedade desigual e desumana que nos rodeia. Procurando explorar a questão do livre compartilhamento das músicas na Internet defendendo a bandeira da musica livre, o Teatro Mágico passa a se apresentar com um perfil mais questionador e contestador. Nesta nova fase, é como se a trupe chegasse no universo urbano com mais profundidade , como o cotidiano dos moradores de rua citados na canção “Cidadão de Papelão” ou a problemática da mecanização do trabalho, citada no “Mérito e o Monstro” entre várias outras abordagens. Indo mais além, há um debate sutil e, por vias opostas, mordaz, sobre o amontoado de informações que absorvemos, sem perceber, assistindo aos programas de TV. Essas transformações não poderiam, no entanto, encobrir o universo lúdico e fantasioso da trupe, mas sim, acrescentar uma pitada de realismo no conteúdo em geral, incorporando o lema de endurecer sem jamais perder a ternura.
É importante ressaltar que, após o assédio para que o coletivo finalmente se integrasse ao mainstream musical, assumindo uma grande gravadora, uma grande assessoria de imprensa, uma grande produtora etc, o Teatro Mágico preferiu ser conservador na inovação que trouxe ao mercado: organizar e fazer as coisas ao lado do seu grande incentivador, patrocinador e produtor: o público. Logo, o Cd novamente será vendido a preços populares e a distribuição das músicas continuará gratuita e livre pela Internet, com a diferença que desta vez, houve um investimento grande na produção dos fonogramas, comprovando assim, que mesmo no formato independente, é possível se fazer algo de qualidade e acessível.
Fonte: http://www.oteatromagico.mus.br/novo/paginas/
Postado por Tata às 11:34 0 comentários
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Pedro Moraes

Cantor e compositor, dono de uma voz privilegiada, de timbre incomum, Pedro Morais é uma das grandes promessas da música brasileira. Músico desde os sete anos e ganhador de diversos festivais, lançou em 2005 seu primeiro CD. Pedro se destaca na cena da MPB de Minas Gerais com um repertório próprio composto de canções densas e cativantes, resultando em mais de 100 apresentações anuais por todo o Estado.
Natural de Belo Horizonte (MG), Pedro Morais, mudou-se aos 2 anos de idade para a cidade de Minas Novas, no Vale do Jequitinhonha. Aos sete anos, começou a executar seus primeiros acordes ao violão, incentivado pelos pais. Pouco tempo depois, já familiarizado com um segundo instrumento, o bandolim, passou a freqüentar rodas de chorinho e samba-canção, se tornando o mais novo bandolinista do Vale do Jequitinhonha. Nessa época, começou a acompanhar seus pais, Vânia Morais e Dalton Magalhães, em festivais regionais, se habituando aos palcos. Aos 14, retomou o interesse maior pelo violão e passou a fazer apresentações solo. Posteriormente, já em Belo Horizonte, Pedro integrou uma banda de MPB e Rock, o que veio a contribuir para seu amadurecimento artístico-musical.
Em 1999, Pedro Morais fatura o prêmio de melhor intérprete do16.º Festival da Canção de Turmalina – Festur – com uma música de sua própria autoria. Em 2003 gravar seu primeiro demo. Neste mesmo ano, se apresentou no projeto “Na hora do rush” e foi o vencedor do 22° Festival de Música do Vale do Jequitinhonha (FESTIVALE).
No ano seguinte, participou como convidado do projeto “Viva a praça – cantores do BDMG cultural” e foi um dos vencedores do Conexão Telemig Celular 2004 – Novos Talentos na Música Mineira, participando do CD do projeto com as músicas “Minha Loucura” e “Muito Mais”. Esta última, com a participação especial de Marina Machado.
Em 2005 Pedro grava o seu primeiro CD, homônimo, produzido “a quatro mãos” pelo baiano Luiz Brasil e o mineiro Flávio Henrique. O CD, com 12 faixas, 11 autorais e uma gravação à capela de “O Mestre Sala dos Mares”, de João Bosco e Aldir Blanc, contando com a participação de grandes instrumentistas brasileiros como Alberto Continentino (Baixo), Egler Bruno (Guitarras) Lincon Cheib(Bateria), Luiz Brasil (Violões), Paulo Calazans (Teclado), Ricardo Fiúza (Piano e Teclado) e a participação internacional do sueco Stephan Kurmann (Baixo Acústico), dentre outros.
Fonte:www.myspace.com/opedromorais
Postado por Tata às 10:16 0 comentários
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Carmem Miranda - A Pequena Notável!

Maria do Carmo Miranda da Cunha nasceu em 9 de fevereiro de 1909 na freguesia de Marco de Canavezes, Província de Beira-Alta, Portugal. Veio para o Brasil ainda muito pequena, com apenas 10 meses de idade e foi criada bem no meio da boêmia carioca. Adorava cantar e isso lhe custou o emprego como vendedora de gravatas. O dono do estabelecimento a despediu por distrair os colegas que paravam de trabalhar para ouvi-la.
Sua estréia nos palcos cariocas foi um sucesso. Josué de Barros, compositor conhecido da época, quando a viu, percebeu seu potencial e resolveu investir sua carreira, pagando-lhe cursos de canto e dicção e, ainda encaminhando-a para todas as rádios e gravadoras. Este esforço não foi em vão. Logo veio a gravar seu primeiro disco.
Carmen Miranda era uma mulher baixinha...alguma coisa por volta de 1m 53. Em função de sua pouca estatura gostava de usar aqueles saltos enormes, plataformas mesmo de tão altos. Por causa disso o radialista César Ladeira a batizou, carinhosamente, de “ A pequena notável”.
No final da década de 30 já estava contratada como artista exclusiva do Cassino da Urca. Cantava os melhores compositores da época, como Assis Valente e Ary Barroso. Junto com o conjunto Bando da Lua, cantava a música “O que é que a baiana tem” quando foi vista por Lee Schubert, empresário americano de muita influência na Broadway. Esse contato rendeu a Carmen o ingresso no universo artístico norte-americano. Seu sucesso foi absoluto. Não tardou a ser chamada para fazer um filme em Hollywood. Outro sucesso. Seis meses depois de ter chegado na meca do cinema mundial foi convidada a deixar as marcas de suas mãos, pés e o seu autógrafo registrados na consagrada “ walk of fame”. Era uma consagração nunca vista por uma artista brasileira fora do Brasil. Carmen tinha alcançado o topo de sua carreira. Era reconhecida dentro e fora do Brasil. E no exterior estava no mesmo patamar das maiores estrelas internacionais.
Mas todo esse sucesso tem um preço e Carmen sentiu no corpo o cansaço e o esgotamento que tantos compromissos acarretaram. Volta para o Brasil em dezembro de 1954. Fica reclusa no Copacabana Palace Hotel durante quatro meses. Mas as suas obrigações com produtores americanos a obrigam a voltar para os estados Unidos. Durante um desses compromissos, teve um discreto desmaio. Poucos perceberam. Voltou para sua casa em Beverly Hills onde recebeu alguns amigos. A última pessoa que deixou a casa saiu às 3 e 30 da manhã. Foram as últimas pessoas a verem Carmen Miranda com vida. Foi encontrada morta logo depois. Era o dia 5 de agosto de 1955. Carmen morria aos 46 anos de idade.
Aquela mulher pequena , com bananas equilibradas na cabeças e sapatos de saltos plataforma deixou de ser uma cantora de renome internacional e virou um mito. Nunca nenhum brasileiro chegou tão longe em sucesso e fama como ela. Era realmente uma pequena notável....
Carmem Miranda marcou tanto com seu jeito de cantar, revirando os olhos, mexendo as mãos e gingando, com seu sorriso contagiante e a graça de seus trajes cheios de balangandãs, que até hoje, mais de 40 anos após sua morte, é o símbolo brasileiro mais conhecido no mundo. Mais do que uma voz, foi um fenômeno do show business norte-americano. Aportando nos Estados Unidos no início da Segunda Guerra Mundial, representou vivamente a terra desconhecida e exótica, cheia de coqueiros, bananas, abacaxis, atendendo às necessidades fantasiosas e consumistas do povo norte-americano e alcançando a glória e a fortuna.Foram ao todo 14 filmes no exterior, rodados de 1940 a 1953.
Tatiana Rocha
Postado por Tata às 12:51 0 comentários
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Jane Duboc

Jane Duboc Vaquer é paraense de Belém e está acostumada a cantar desde criança. Com treze anos de idade Jane Duboc já fazia apresentações filantrópicas no colégio onde estudou, na televisão e em festivais.
Aos dezessete anos de idade Jane Duboc foi morar e estudar nos Estados Unidos (Columbus-Georgia), graças à uma bolsa de estudos que ganhou. Ficou por lá cerca de seis anos. Casou com o músico Jay Anthony Vaquer com quem tem um filho que se chama Jay Vaquer.
Nos Estados Unidos, além de atuar como cantora, compositora e instrumentista (cantava em bares, boates, clubes e igrejas), Jane Duboc trabalhou com publicidade sendo premiada e aparecendo na TV com seu comercial. Na universidade, estudou orquestração, canto lírico, flauta e arte dramática, onde também chegou a lecionar História da Música.
Retornou ao Brasil na década de 70. Formou o "Grupo Fein" , que se apresentava cantando somente em inglês. Gravou o compacto "Pollution", na época produzido por Raul Seixas. A letra da música composta por Jane foi vetada pela censura (considerada subversiva para a época) e ela gravou tudo em "scat". Trabalhou com Raul Seixas e participou de seus discos. Foi integrante da "Banda Veneno" do maestro Erlon Chaves. Também integrou o coral da Rede Globo gravando várias aberturas de programas e participou de um disco de Chico Anysio ("Linguinha"). Com o ex-marido americano Jay Anthony Vaquer, gravou um LP para a RCA: "Morning The Musicians" com a participação de Luiz Eça, Paulo Moura, Noveli e Bil French.
Um outro lado pouco conhecido de Jane Duboc é o de escritora. Ela é autora dos livros: "Através de Paredes" (poemas), "Jeguelhinho" e "Bia e Buze" (infantis). Os livros infantis também são peças musicais.
Nos últimos anos Jane Duboc também investiu sua bonita voz em publicidade, gravando comerciais que foram veiculados em rede nacional: Lojas Riachuelo, Carrefour, Soletur Turismo, Desodorante Impulse, Vódica Eristof, Cerveja Bhrama, Banco do Brasil, Biscoitos Nabisco, Chocolates Sufflair e muitos outros.

Durante seis anos, Jane Duboc foi empresária. Sócia de Paulo Amorim , Jane Duboc abriu uma gravadora na Barra da Tijuca-RJ. A gravadora se chamou JAM Music e por lá passaram artistas como Angela Ro Ro, Célia, Zé Luiz , Tunai, Beth Carvalho, Alaíde Costa, Oswaldo Montenegro, além de nomes novos nos quais Jane Duboc apostou tudo! Em 2002 Jane Duboc recebeu um convite do Maestro Nelson Ayres para, junto com Edu Lobo, cantar com a Orquestra Sinfônica de Israel (do maestro Zubin Mehta), uma das cinco melhores orquestras sinfônicas do mundo. O show aconteceu em Israel.
Ainda em 2002 Jane Duboc comemorou seus 30 anos de carreira e lançou através de sua gravadora o CD "Sweet Lady Jane" gravado em Nova York com produção de Ivan Lins. O CD recebeu elogios da crítica e é um dos melhores discos que Jane Duboc já fez. Para lançar este CD Jane Duboc fez shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília acompanhada por uma orquestra com 30 músicos e solistas convidados especiais, como o grande maestro Nelson Ayres. Jane Duboc também fez um VCD de aproximadamente 15 minutos com fotos de sua carreira, desde a infância até "Sweet Lady Jane".
Canção da Espera
"Canção da Espera" , novo disco de Jane Duboc em homenagem ao querido amigo e músico Egberto Gismonti lançado pela gravadora Biscoito Fino.
Há muitos anos a cantora e compositora Jane Duboc queria gravar um disco só com músicas de Egberto Gismonti. O sonho virou realidade e Canção da Espera, segundo disco de Duboc lançado pela Biscoito Fino está saindo do forno. Jane Duboc fez a produção musical, convidando amigos de longa data para participarem da gravação e juntos, comemorarem o sonho realizado.
Jane é uma cantora que sempre chamou atenção pela incrível musicalidade, timbre e voz. Foi como encantou o compositor Egberto Gismonti em 1971, quando foram apresentados por Luiz Eça. Imediatamente Gismonti convidou-a para participar do show Água e Vinho, que iria estrear no Opinião, teatro que fazia história no Rio de Janeiro daquela época. A parceria Jane/Egberto continuou nos anos 70. Ela tocava piano, violão e cantava em trilhas que ele compunha para cinema e teatro. Vieram programas de TV, Água e Vinho nº 2, e Jane acompanhando a carreira do amigo. Mas foi quando voltou de uma estada longa nos Estados Unidos que teve coragem de comentar com a amiga e empresária Lílian Klabin que adoraria gravar Egberto Gismonti, que muito havia lhe ensinado sobre composição e harmonia. Lílian respondeu na hora: “Estou nessa”. Seis anos depois, no inicio de 2008, Jane ligou para Lílian e falou no projeto de Canção da Espera. A resposta da empresária foi a mesma. Consegui fazer um disco bacana, com um pouco de cordas e participações especiais”. Talvez o mais difícil tenha sido selecionar o repertório. Jane recebeu de Egberto uma relação de 60 músicas. Ouviu cada uma repetidas vezes e percebeu que as próprias músicas se escolhiam: “Elas foram fazendo um roteiro próprio”, explica. Por acaso, das 12 canções, 10 têm letra do poeta Geraldo Carneiro, a começar pela música-título, Canção da Espera. 
Fonte: http://www.janeduboc.com.br/index.htm
Postado por Tata às 04:26 0 comentários
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Banda 1E99

Propagação; linguagem popular; identidade suburbana; sigla de muita força no subconsciente coletivo de todas as classes. Induz ao público a pensar o porquê do nome, se identificar de alguma forma e nunca mais esquecer da banda. Formada por Rody (vocal), Diego Dias (baixo), André Braga (bateria), Robinho (Guitarra) e Alberton (VJ), a banda vem a alguns anos experimentando novas soluções para a MPB. Seu som passa por Samba, Soul, Funk, Rio, Afrobeat, Rock e tudo mais que se puder experimentar em termos de música.
1E99 faz tributo à Carmen Miranda
Às vésperas do início das comemorações do centenário de seu nascimento, banda toca músicas repaginadas da "Pequena Notável"
O Show "Tutti Frutti Head", da banda 1E99, com músicas do CD "Tributo ao Centenário Carmen Miranda", recém-lançado pela gravadora CID, apresenta 14 canções da Pequena Notável, repaginadas, que passam por batidas que vão do Beatbox ao House Tribal, passando pelo Ragga e Rhythm and Blues.
"A proposta do espetáculo é nos fazer lembrar um Brasil paradisíaco, pintado por Walt Disney, dando à Carmen uma justa homenagem. Com conceito e sonoridade coesos, esperamos que, ao assisitir nossa apresentação, o público se sinta num carnaval infinito", define Rody, vocalista da banda.
As canções que compõem o disco foram selecionadas depois de uma vasta pesquisa e muitos testes em shows, cuidados que só um autêntico fã tem. A ligação de Carmen Miranda com a música negra é atualizada, por exemplo, em "Ta-hi", com samples de Beatbox carioca e a bateria de André Braga, que lembra o lopp" marching band" alá Timbaland e The Neptunes. Já em "E o mundo não se acabou", de Assis Valente, a canção vem vestida de Ragga. Em "Camisa listada", "Tic-Tac do meu coração" e "Coração" fica clara a influência do Rhythm and Blues. "Chica chica boom chic" vem no ritmo freestyle e "Balance", em House Tribal. Já os sintetizadores aparecem em "Disseram que voltei americanizada".
"A proposta do disco e do show é que, em seus 100 anos, Carmem Miranda volte à tona com corpinho de 20", brinca Rody.
Fonte: http://1e99musics.blogspot.com/
bandasdegaragem.uol.com.br/hotsite.php?id_banda=12170
palcomp3.cifraclub.terra.com.br/1e99/
www.youtube.com/watch?v=aym1UUOWGjQ - videos
www.myspace.com/banda1e99
Postado por Tata às 13:47 0 comentários
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Fuzzcas

A banda Fuzzcas surgiu em meados de 2005 através da idéia de se formar uma banda de rock livre, leve, porém com conteúdo e letras que se baseiam no peso do amor e da dor, com a atitude do rock n roll.
Fortemente influenciada pela estética vintage, a banda busca a textura dos anos 20, tanto na sonoridade quanto no visual. Através da performance retrô, baseada em pin ups, lencinhos e estampas quadriculadas e de bolinhas, a banda Fuzzcas se destaca também pela feminilidade no vocal.

Links:
http://www.fuzzcas.com
http://www.mondo77.fm/fuzzcas
http://www.myspace.com/fuzzcas
http://www.fotolog.com/banda_fuzzcas
Conheçam!
Postado por Tata às 05:03 0 comentários
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
1 ano - Parabéns!

é...esse blog fez 1 ano de idade, e vou trazer mais novidades pra todos...muitas coisas boas!
A partir da semana que vem, venho com tudo...acabou as férias!rs
Postado por Tata às 13:16 0 comentários
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Natal
A Magia do Natal
Que neste Natal
Aquela magia toda guardada durante todo o ano
Venha presente nos corações daqueles que festejam o amor.
Que não apenas seja uma comemoração,
Mas um início para uma nova geração.
O Natal simboliza nova vida,
Pois nele comemoramos o nascimento do Homem
Que modificou a nossa maneira de ver o mundo.
Trazendo-nos amor e esperança.
Que neste natal sejam confraternizados todos os desejos
De um mundo melhor.
Que todos estabeleçam um novo vigor de humanidade.
E que nada seja mais forte do que a união
Daqueles que brindam o afeto entre eles.
Feliz Natal e Próspero Ano Novo!!!
Postado por Tata às 11:03 0 comentários
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
sábado, 15 de novembro de 2008
Kadu Vianna

Tido por muitos da imprensa e público como uma das maiores revelações da música mineira, Kadu Vianna constrói seu caminho mesclando MPB, Pop, Jazz e Rock. Com timbre singular e fácil de agradar aos ouvidos mais exigentes, divide seu tempo entre o curso de bacharelado em canto lírico pela Universidade Federal de Minas Gerais e shows de divulgação de seu novo trabalho.
Nascido na cidade de Nova Lima (MG) em 31 de Maio de 1980, Kadu Vianna lançou-se oficialmente no mercado em Dezembro de 2003, com o lançamento do seu primeiro cd de carreira, homônimo a ele. O cd, produzido por Luiz Brasil e com participações de Carlinhos Brown, Jaques Morelenbaum, Carlos Malta, Paulo Calasans e música inédita de Paulinho Moska, lhe permitiu ganhar espaço na cena musical mineira e adquirir experiência suficiente para assumir a produção, direção musical e arranjos de seu novo trabalho, intitulado “DENTRO”, lançado no ano de 2007. Além de compor, ao lado de seus parceiros, 11 das 12 canções, Kadu canta e executa todos os violões e guitarras do disco, ao lado de Aloísio Horta, no contrabaixo e Arthur Rezende, na bateria. O CD conta ainda com as brilhantes presenças de Milton Nascimento, Marina Machado, Léo Minax, Flávio Henrique e Jeff Sabag.
A música faz parte de sua história desde a infância. Com o avô paterno e alguns tios músicos, ganhou do pai, seu primeiro violão aos quatro anos, começou a estudar o instrumento aos oito, ganhou seu primeiro festival da canção aos quinze, com uma música própria composta aos doze. Em verdade, nunca parou de tocar e cantar. Já esteve em diversos palcos do Brasil, ao lado de nomes como Paulinho Moska, Beto Guedes, Luiz Brasil, Toninho Horta, Flávio Henrique, Marina Machado, Vander Lee, Júlia Ribas, entre outros.
Sobre o repertório de “DENTRO” podemos destacar as canções “O fim do fim” e “E o que for, já é”, executadas diariamente por rádios mineiras e pernambucanas, estando entre as mais pedidas pelos ouvintes. ”Miragem”, composta em parceria com Magno Mello, traz uma junção harmoniosa das vozes de Kadu, Marina Machado e do aclamado Milton Nascimento. A amizade com Bituca foi possível graças à regravação de “Nada será como antes” no primeiro disco, com arranjo e interpretação que o emocionaram. “Faísca na Medula”, “Irremediável” e “Frio” mostram a influência da MPB em seu trabalho. Na canção “Difícil não se apaixonar” o jazz elegantemente se faz presente e a regravação de “Pedras Rolando” de Beto Guedes e Ronaldo Bastos mostra a forte ligação com uma de suas maiores referências musicais, o movimento musical mineiro Clube da Esquina. Outro fator merecedor de destaque nesse novo trabalho é a qualidade sonora do produto final. Gravado e mixado por Duda Mello nos estúdios AR (RJ), foi minuciosamente finalizado por Chris Gheringer, no Sterling Sound (NY).
A todos aqueles interessados em boa música e verdadeiras demonstrações de arte, fica o convite para que apreciem o disco “DENTRO”, elogiado por nomes como Roberto Menescal, Toninho Horta, Milton Nascimento e Chico Amaral. Com todo esse aval, Kadu Vianna sente-se confiante para continuar trilhando sua promissora trajetória musical com dedicação, prazer e, acima de tudo, muito amor.
Fonte: www.kaduvianna.com.br
Postado por Tata às 09:01 0 comentários
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Teddy Geiger

Teddy Geiger (nascido John Theodore "Teddy" Geiger II em 16 de setembro de 1988), em Búfalo, Nova York e, mais tarde, mudou-se para Rochester, Nova York é um Americano cantor, compositor e ator ocasional. He is also known to play the guitar, bass, piano, drums and trombone. Ele também é conhecido por tocar a guitarra, baixo, piano, bateria e trombone. 
Apesar de jovem - Teddy Geiger tem apenas 19 anos - o músico revela que competência e talento não lhe faltam. Ele mesmo gravou guitarra, piano, baixo e bateria para o álbum. Diz a lenda - e seu site oficial - que o músico é auto-didata e que começou a compor com apenas 8 anos de idade.
Foi com o concurso “In Search of the New Partridge Family”, do canal VH1, que ele se tornou conhecido fora do circuito ‘teen’ de Nova Yorque e atraiu a atenção do produtor Billy Mann que já trabalhou, entre outros, com Sting e Pink. Billy Mann se interessou pelo jovem e daí para o contrato de um álbum foi um pulo.
Sua voz e rostinho delicado apareceram ainda nos 3 únicos episódios da série “Love Monkey” que estreou nos EUA no início do ano e que contava a história de Wayne, interpretado pelo próprio Geiger. Wayne era um jovem que tocava em bares até ser descoberto por uma gravadora - qualquer semelhança com a vida do músico não é mera coincidência, seu álbum estava em produção quando a série foi gravada.
Postado por Tata às 13:13 0 comentários
