
Em 2005 seis amigos se juntaram para fazer um som, sentir o fluxo da vida através dos seus instrumentos. Em concordância, tinham a crença de que o ritmo move mundos, cura a alma e corrompe as diferenças unindo pessoas díspares, descendentes de uma mesma molécula, o amor.
Véu Pater (voz), Dudare (baixo), Cláudio Lima (bateria), Diego Andrade (guitarra), Peu (teclados) e Abú (percussão), decidiram ser sinceros com o que pulsa em suas veias. E nasce a Cof Damu, antena satélite da sonoridade que permeia os mundos intocáveis e individuais em cada um de nós.
A banda faz uma música dançante, com influências híbridas e inovadoras para o pop brasileiro, mesclando a mpb, o folk, o rock, o soul e o afoxé além de criar células rítmicas e linguagens melódicas próprias. A guitarra blues de Diego brinca com os teclados 70´s de Peu, na cozinha Cláudio, Abú e Dudare, passeiam pela pluralidade da música brasileira, enquanto a voz de Véu soa como um sopro, um sussurro ao pé dos ouvidos da alma.
Após três anos de estrada, com um som amadurecido e um público fiel, a banda Cof Damu lança seu primeiro CD, pelo selo Som Livre Apresenta. Ao mesclar influências da mpb com o folk, o rock, o soul e o afoxé, o grupo apresenta sua proposta musical. Uma iniciativa que deixa à margem o caráter pejorativo muitas vezes relacionado à música pop. A banda foi idealizada por Verônica Paternostro (voz, violão e flauta) e Pedro Fulgêncio (teclados) com o objetivo de fazer músicas autorais. Mais tarde, com o auxílio de Cláudio Lima (bateria), Eduardo Karranka (guitarra), Dudare Wriwrai (baixo) e Fábio Abu (percussão), o conjunto toma forma e apresenta ao público músicas de sonoridade hibrida e repletas de influências inusitadas, contribuindo, dessa maneira, para a valorização da musica pop feita no Brasil. A aposta na diferença já começa no seu batizado, quando Verônica, inspirada pela expressão popular “nem que a vaca tussa”, fez um trocadilho ao juntar as palavras “Cof” (tosse), “da” (preposição) e “mu” (mugido da vaca), sugerindo um nome que, numa tradução simples, significaria a improvável “tosse da vaca”. Depois, a Cof (como foi apelidada pelo público) passou por uma espécie de “caminho inverso” do percurso musical. O disco que foi re-lançado pela Som Livre, foi disponibilizado primeiro na internet, o que ilustra bem o método de divulgação das bandas independentes. Pelo menos para a Cof Damu, a estratégia funcionou. O resultado foi a conquista de um público diversificado e grande aceitação em diferentes sites – entre eles o orkut e o myspace – além de um contrato para o lançamento do disco. 
Fonte: site Oficial : www.cofdamu.com, Trava Virtual e Palcom Mp3
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