
Teddy Geiger (nascido John Theodore "Teddy" Geiger II em 16 de setembro de 1988), em Búfalo, Nova York e, mais tarde, mudou-se para Rochester, Nova York é um Americano cantor, compositor e ator ocasional. He is also known to play the guitar, bass, piano, drums and trombone. Ele também é conhecido por tocar a guitarra, baixo, piano, bateria e trombone. 
Apesar de jovem - Teddy Geiger tem apenas 19 anos - o músico revela que competência e talento não lhe faltam. Ele mesmo gravou guitarra, piano, baixo e bateria para o álbum. Diz a lenda - e seu site oficial - que o músico é auto-didata e que começou a compor com apenas 8 anos de idade.
Foi com o concurso “In Search of the New Partridge Family”, do canal VH1, que ele se tornou conhecido fora do circuito ‘teen’ de Nova Yorque e atraiu a atenção do produtor Billy Mann que já trabalhou, entre outros, com Sting e Pink. Billy Mann se interessou pelo jovem e daí para o contrato de um álbum foi um pulo.
Sua voz e rostinho delicado apareceram ainda nos 3 únicos episódios da série “Love Monkey” que estreou nos EUA no início do ano e que contava a história de Wayne, interpretado pelo próprio Geiger. Wayne era um jovem que tocava em bares até ser descoberto por uma gravadora - qualquer semelhança com a vida do músico não é mera coincidência, seu álbum estava em produção quando a série foi gravada.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Teddy Geiger
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Paolo Nutini

Paolo Giovanni Nutini (nascido 9 de Janeiro de 1987) é um cantor e compositor de Paisley, Escócia. Apesar do nome italiano, que revela sua ascendência, a família de Paolo está na Escócia há pelo menos quatro gerações. Suas influências incluem David Bowie, Damien Rice, Oasis, the Beatles, U2, Van Morrison, Pink Floyd e Fleetwood Mac.
Carreira Musical
Nutini, que não tem qualquer tipo de formação musical, estava destinado a seguir os passos do seu pai e entrar para o negócio piscatório da familia. Ele foi encorajado a entrar para o mundo musical pelo seu avô, Jackie, que adorava música, bem como por um professor que reconheceu o seu talento. Ele deixou a escola para trabalhar como rodie e vender t-shirts para uma banda chamada Speedway e passou três anos a aprender sobre o negócio da música, tocando ao vivo, tanto sozinho quanto com a banda, e trabalhando como ajudante num estúdio de Glasgow chamado Park Lane Studio.
A sua grande oportunidade apareceu quando participou de um concerto de David Sneddon que regressava a casa na terra natal de Paisley no início de 2003. Sneddon chegou atrasado, e como vencedor de um questionário sobre a cultura Pop, Nuttini teve a oportunidade de actuar duas canções no palco durante a espera. A reacção favorável do público impressionou um outro membro da audiência, que se ofereceu para se tornar seu agente.
O jornalista de renome do Daily Record, John Dingwall, viu-o actuar no Queen Margaret Union, e convidou-o para aparecer ao vivo na BBC Radio Scotland. Com apenas 17 anos, ele mudou-se para Londres e actuou regularmente no pub The Bedford em Balham enquanto era, ele próprio, ainda legalmente demasiado novo para poder beber álcool. Outra actuação ao vivo na rádio se seguiu, incluindo duas actuações acústicas na Radio London, no Hard Rock Cafe e como acto de apoio de Amy Winehouse e KT Tunstall.
Durante 2006 ele tocou um número razoável de concertos esgotados no Reino Unido e actuou numa grande variedade de locais por todo o mundo, incluindo o King Tut's Wah Wah Hut em Glasgow, uma aparição na televisão no programa Later with Jools Holland, o Carnegie Hall em Nova Iorque, o Oxegen ou o festival T, ambos muito famosos no Reino Unido. Também foi o acto de abertura dos Rolling Stones em Viena e foi novamente convidado a actuar com eles no Valley Stadium em Agosto de 2006. Participou também no V Festival e o Austin City Limits Music Festival, no Texas em finais de 2006, com a digressão Europeia no Outono. Em Maio de 2006 ele também tocou no Big Weekend da BBC Radio 1 em Dundee.
Paolo é um grande apoiante do Celtic FC e foi criticado pelos fãs por ter aparecido em palco bêbado depois de festejar o facto de o seu clube ter ganho o campeonato escocês em Abril de 2007. Isto foi veementemente negado pelo próprio Paolo bem como pelo seu agente, que disseram que Paolo estava simplesmente a murmurar enquanto cantava e que o plano do concerto esteve sujeito a várias falhas técnicas que tornaram a sua voz dificil de ouvir.
Paolo actuou no Glastonbury Festival em Junho de 2007 no famoso Pyramid Stage durante o segundo dia do evento. Nutini também participou no Live Earth de Londres no estádio de Wembley no dia 7 de Julho de 2007 e o seu set incluiu uma cover de "It's a Wonderful World" de Louis Armstrong. Ele actuou no dia seguinte no festival T na Escócia.
A sua canção "Million Faces" do álbum "These Streets" apareceu no final do episódio "Testing 1-2-3" da terceira temporada da série "A Anatomia de Grey".
Gravação
Paolo assinou contracto com a Atlantic Records em Maio de 2005, pouco depois do seu 18º aniversário. Ele lançou o seu primeiro álbum "These Streets" gratuitamente na Internet em Maio de 2006. Seguiu-se o lançamento do seu primeiro single "Last Request" que foi lançado a 4 de Julho de 2006 e chegou a #5 das tabelas do Reino Unido. No video de "Last Request", Nutini representa um ladrão, embora isto não seja revelado até ao fim. Mais tarde houve uma outra versão deste video para a América. Depois Paolo lançou "Rewind" que não teve tanto sucesso. O seu terceiro single "Jenny Don't Be Hasty", foi lançado a 25 de Setembro e estreou-se no #20 das tabelas do Reino Unido. Mais recentemente Paolo lançou "New Shoes"
O seu álbum de estreia, "These Streets", foi produzido por Ken Nelson (que já trabalhou com os Coldplay) e lançado a 17 de Julho de 2006 e estreou-se em terceiro lugar no Reino Unido. Muitas das canções do álbum incluindo "Last Request" e "Rewind", foram inspiradas pela turbulenta relação com a sua actual namorada, Teri Brogan, "Jenny Don't Be Hasty" conta a história veridica de alguns encontros de Paolo com uma mulher mais velha e "Autumn", umas das canções mais tocantes, é dedicada ao avô.
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Tiago Iorc

Tiago Iorc nasceu em Brasília, morou na Inglaterra dos dez meses aos cinco anos, alfabetizou-se no Brasil, depois se mudou para os Estados Unidos.O músico chegou à conclusão de que queria compor em inglês ainda em Curitiba. Fã de Beatles e Jamie Cullum - o disco traz uma releitura de "Ticket to ride", de John Lennon e Paul McCartney, mas com pegada no estilo do britânico Cullum -, ele nunca teve medo de parecer pretensioso. E confessa, inclusive, que sempre pensou em levar sua música para outros cantos do planeta.
- A partir do momento em que decidi que a música seria o meu ofício, não vi o fato de escrever em inglês como um problema. Sempre pensei em trabalhar uma carreira mais internacional mesmo, até porque o inglês é super difundido no mundo todo. Há espaço para esse tipo de música não só nos Estados Unidos, mas também na Europa, na Austrália, no Japão - diz Tiago. - O inglês foi minha primeira língua. Nos filmes de família, aparece minha mãe falando em português e eu respondendo em inglês ou misturando. E, primeiro, era aquele inglês britânico, carrancudo. Nos Estados Unidos, aprendi a escrever melhor.
Na música, o filho de um engenheiro agrônomo com uma professora de inglês já viveu várias fases, inclusive a metaleira.
- Toquei guitarra quando era mais novo. Acho que, de alguma forma, isso também me influenciou - comenta.
Aos 22 anos, o músico já sabe definir melhor seu gosto musical, que não passa pela MPB:
- Gosto do som melodioso. Escutei muito soft rock com a família. Quando fui ficando mais velho, fui me apresentando a outros gêneros. Conheci o blues e, mais recentemente, o jazz. Sou um mix de todas essas influências.
- O trabalho em si abrange um público maior do que só o desse evento. A música acabou fatidicamente envolvendo esse público por ter sido lançada em "Malhação". Então, esse foi o primeiro contato. E Logo em seguida emplacou a música "Scared" na Novela "Duas Caras" e "Blame" na Novela "A Favorita", isso no mesmo CD.
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Reportagem retirada do Site "oglobo.com"
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domingo, 12 de outubro de 2008
Britney Spears - Womanizer

Foi lançado no dia 10 de Outubro o novo trabalho da princezinha do Pop, o nome da música Womanizer, o clipe novo é pra demostrar ue dessa vez ela voltou pra ficar...um clipe bem feito, considerado pelos fãs o melhor clipe já feito por ela.
O clipe já está disponivel no Youtube!
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Gravadoras trocam CD por cartão de memória
Aposta contra a pirataria, slotMusic trará arquivos com extras e sem DRM
Já que o CD perdeu praticamente todo seu valor como suporte de música digital, o jeito é reinventar o suporte. É o que tentam as gravadoras com o slotMusic, um cartão de memória flash de 1GB que trará músicas em MP3 sem DRM.
O slotMusic é resultado de parceria entre as gravadoras EMI, Sony BMG, Universal e Warner, e a SanDisk, fabricante de memória que criou a tecnologia por trás do slotMusic. Ele pode ser usado em vários dispositivos, de celulares a notebooks e computadores. O cartão poderá ser plugado numa porta USB, o que permitirá ao usuário transferir músicas do computador.
O slotMusic chegará às lojas dos EUA antes do Natal. Os álbuns que serão vendidos os preço ainda não foram estabelecidos. As músicas serão em 320 Kbps. Para tentar convencer os fãs não baixar os MP3 da Internet, os cartões trarão extras como capa do CD, vídeos, entre outros.
Fonte: O Dia On-line
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terça-feira, 16 de setembro de 2008
A polêmica da música comercial
Polêmica sobre música comercial faz com que muitas canções sejam consideradas descartáveis
(21/07/2004)
Volta e meia ando recebendo e-mails com dúvidas do que seria música comercial, quais as vantagens de se fazer esse tipo de canção e se o fato dela vender muito mostra que ela tem qualidade. Bom, e é a partir dessa polêmica que começo a pautar minha coluna dessa semana. Digo polêmica, pois hoje em dia muito se discute da predominância de músicas descartáveis nas rádios. Mas será que o fato de uma música ser comercial pode ser considerada ao mesmo tempo descartável também? Será que somente os artistas têm culpa nisso? E o grau de satisfação deles, não conta ? Pelo que sei música é arte sim, mas nos tempos modernos pode vir a ser um entretenimento para aqueles que a usam como um produto. O mundo tá globalizado, os tempos são outros e a massificação está em larga escala. E dentro dessa conjuctura é que a música comercial começa a aparecer.
Mas vamos ao que interessa minha gente. Podemos dizer que, no sentido literal da expressão, toda (eu disse toda) música que é gravada seja ela por uma gravadora grande, média, pequena ou uma simples produção independente, tem um fundo comercial. Não me venham com a história de que vai gravar pra mostrar para os amigos ou netinhos! Se o sujeito gravou, é porque tem alguma pretensão, mesmo que bem lá no fundo, de ganhar algo com aquilo. Geralmente, na classe artística, há o preconceito contra músicas ou artistas que vendem muito. Se vendeu muito é porque não tem muita qualidade, é de apelo fácil, popular, comercial. Mas temos que tomar um certo cuidado nessa relação, pois não dá pra se misturar e nem confundir os conceitos “comercial” e “descartável”. Na verdade a mídia tem uma parcela considerável de culpa nessa história toda.
O número elevado de execuções faz com que uma música, aparentemente comercial, seja considerada, de forma errônea, descartável. E isso tem um efeito negativo nos próprios artistas. Alguns chegam a renegar sua própria música por ela ter sido um grande sucesso. Um exemplo atual é a banda Los Hermanos. O grupo consolidou seu nome e projetou-se nacionalmente graças à “Ana Júlia”. Uma excelente canção, a meu ver, e que até por isso fez um enorme sucesso, obtendo, conseqüentemente, um grande resultado comercial. Mas, vamos tirar o sentido pejorativo dessa palavra. Vendeu bem porque é de ótima qualidade e com grande poder de alcance aos ouvintes.
Talvez, o único problema tenha sido o excessivo número de execuções pela mídia. Todos os grandes sucessos sofrem e é até natural que, naquele momento, tenhamos “enjoado” um pouco de ouví-la, causando, dessa forma, um certo desgaste. Mas isso não diminui em nada o mérito da composição. A banda rejeita completamente seu maior sucesso, de repente, para se inserir no contexto “filosófico-papo-cabeça” dos pseudo-intelectuais e pseudocríticos que se fazem de incomodados quando uma obra vende muito. Porém, eles se esquecem que, sem esse hit, talvez não existissem os outros seguintes. “Ana Júlia” não pode ser considerada descartável por isso. Respeito a opinião da banda mas, assim como emitem opiniões sobre outros músicos, e querem respeito por elas, acho que saberão respeitar as minhas, caso venham a ler esta coluna.
Então, vamos deixar bem claro uma diferença. Uma música pode ser comercialmente bem sucedida, sem necessariamente ser descartável ou de baixa qualidade. Se ser comercialmente bem sucedida é ser uma música comercial, então tudo bem. Mas vamos analisar sua qualidade sem inveja ou falsos moralismos por ela estar rendendo uma boa soma de dinheiro a seus compositores. É preciso evitar a conotação negativa para o termo comercial. Não é vergonha alguma ser bem recompensado por uma obra artística. Ao meu ver não existe essa coisa de música comercial. A música é boa ou não, para o gosto de quem a está ouvindo, evidentemente. Existe sim letras pobres que podem descaracterizar a música. Mas cabe ao ouvinte distinguir o que é bom e o que é ruim.
O que é bom pra mim pode não ser para você e vice-versa. Se a maioria do povo gosta de músicas de fácil assimilação, isto se deve ao fato de que é para esse tipo de composição que está preparado e, claro, há pessoas com competência para fazê-lo. Ou seja, existem músicas que, antes de serem comerciais, são de rápido consumo e, por isso, descartáveis ou perecíveis. Toda música é de certa forma comercial, seja ela de boa qualidade ou não para o seu gosto. Caso contrário, você que é artista e não quer que sua música seja “taxada” de comercial, é só avisar: “não comprem meu cd! Ele é muito bom, mas não comprem, por favor”!
Marcus Vinicius Jacobson
Jornalista e diretor do MVHP - Portal de Cifras
Sugestões de temas, ou elogios e críticas a esta coluna
envie um e-mail para redacao@mvhp.com.br
Essa matéria retirei do blog deste rapaz, ele reponde duvidas de muita gente!
Postado por Tata às 05:23 0 comentários


